Sete Alegrias

"Alegra-Te, Cheia de Graça…"

A pergunta que não pode ser feita

A personalidade da semana foi, sem dúvida, o Papa Francisco. A presença de um Papa – por sua importância, simbolismo, peso histórico, liderança e tudo o mais – é, por si, algo extraordinário. Além de tudo isso, Francisco, com a sua simpatia, simplicidade, bom humor e presença de espírito, é um Papa amigo, a quem as mães entregam com confiança os seus bebês e a quem os fiéis querem abraçar. Devemos a sua agradável presença à Jornada Mundial da Juventude, evento concebido para animar as tenras vocações cristãs.

É bom que assim seja, enquanto ainda há jovens. O avanço das políticas de controle de natalidade em todo o mundo está reduzindo populações inteiras, a ponto de culturas européias estarem desaparecendo simplesmente por falta de gente. O mito da superpopulação – teoria propagada pela Nova Ordem Mundial a partir dos anos 1950 – tem enganado muita gente.

Para quem não sabe, a Nova Ordem Mundial, ou Clube Bilderberg, são algumas centenas de bilionários desejosos de implantar um governo mundial, ou melhor dizendo, uma ditadura mundial. Para isto, precisam destruir o Ocidente (leia-se cristianismo) e têm usado diversas armas. A mentira da superpopulação é uma delas, na qual muita gente bem intencionada tem caído por pura ignorância.

A pergunta embutida por trás da superpopulação é “Quantas pessoas cabem no mundo?” Esta é a pergunta que não pode ser feita porque esconde uma armadilha. Trata-se de uma técnica de manipulação psicológica: consiste em fazer com que você aceite uma discussão inaceitável. Se você aceitar a discussão, já terá perdido o debate, seja quais forem os seus argumentos.

Vou dar um exemplo: se alguém quiser discutir com você a honestidade – com o perdão da palavra – da sua mãe, você vai aceitar? Evidentemente não, pois alguns assuntos não são passíveis de discussão.

A pergunta “Quantas pessoas cabem no mundo” pressupõe que alguém sabe a resposta e, portanto, algum órgão tem a capacidade de controlar o crescimento da população. Necessariamente, o governo – e um governo mundial. Tentar responder a esta pergunta é dar a vitória aos globalistas. Em vez disso, denuncie a perversa técnica psicológica embutida.

Na verdade, não interessa a resposta, pois ninguém tem a capacidade – muito menos o direito – de mandar na vida dos outros. Vale aqui, mais uma vez, o Magistério da Igreja: o número de filhos é responsabilidade única e exclusiva do casal. Não é do padre, nem da Igreja, nem do governo, nem de ninguém. É do casal! Só eles sabem quantos filhos podem sustentar. O resto é papo-furado, lenga-lenga pega-trouxa. Não caia nesta armadilha. Não argumente com cientistas sociais desejosos de destruir a sua mente. Não se deixe manipular por estratégias de controle psicológico.

Mais uma vez, a Santa Madre Igreja é a nossa única esperança. Neste tempo propício, rezemos a Maria pela Igreja, rezemos pelo Papa e rezemos pela juventude.

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