Sete Alegrias

"Alegra-Te, Cheia de Graça…"

O Concílio Amordaçado

O Concílio Vaticano II começou no dia 11 de outubro de 1962. Foi um Concílio amordaçado; amordaçado pelo maldito pacto de Metz, acordo pelo qual o Concílio silenciaria sobre o comunismo em troca da participação de alguns observadores da Igreja Ortodoxa Russa em nome do “ecumenismo”.

As consequências deste silêncio são sentidas por nós até hoje: na América Latina, sob o véu deste silêncio cúmplice, a Teologia da Libertação nasceu, lançou profundas raízes e vai muito bem, obrigado.

O que resta ao católico brasileiro, a mim, a você, cara leitora, caro leitor, pessoas de bem, pessoas simples e sem poder, interessadas no bem comum, inquietas pela pasmaceira que tomou conta da Igreja no Brasil frente ao mal causado aos nossos irmãos indefesos? O que fazer para expulsar da Igreja estes ateus disfarçados de padres?

O de sempre, o mesmo norte que orientou os santos: orar e se sacrificar, estudar e… agir!

Orar e fazer penitência são ensinamentos tirados da própria vida de Nosso Senhor Jesus Cristo. E repetidos inúmeras vezes por Maria em suas aparições.

Estudar é necessário para não agirmos loucamente e trabalharmos inocentemente para o inimigo. Temos que ter a plena consciência da nossa atuação histórica. Caso contrário, seremos mais alguns inocentes úteis, que faziam a alegria de Lênin. O Catecismo está aí, os ensinamentos de Olavo de Carvalho estão aí, estão aí os combativos padres Paulo Ricardo e Lódi, não falta material de estudo.

E… agir!

Mas quem sou eu, sem dinheiro, sem influência, lutando para pagar as contas, no país do juros mais altos do mundo, da tarifa telefônica mais alta do mundo, da maior carga tributária do mundo, da maior taxa de criminalidade do mundo?

Deus não nos pede impossíveis. Só nos pede para fazermos o que pudermos dentro das nossas possibilidades. Não pense em mudar o mundo, este pensamento é totalitário. Pense em mudar, em primeiro lugar, a você mesmo e em segundo lugar em atuar no seu círculo de relacionamentos.

Veja, por exemplo, a atitude do meu amigo Zé. Ao ouvir um padre numa homilía tecer elogios ao abortista e criptocomunista Barack Hussein Obama, Zé não teve dúvidas: interpelou o sacerdote na sacristia. O padre, ante a resoluta catadura do meu amigo, balbuciou uma desculpa e se mandou, para nunca mais ser visto por lá.

Este padre já prestou contas a Deus. Tenho certeza que, na sua batalha final, valeu mais a dura reprimenda de Zé do que os silêncios cúmplices e covardes de tanta gente que o ouviu e calou por comodismo.

Vamos seguir o exemplo do meu amigo. Vamos agir para livrar a nossa Igreja destes invasores. Ela é nossa, pertence aos homens e mulheres de bem.

– Santa Maria, Mãe da Igreja, rogai por nós!

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