Sete Alegrias

"Alegra-Te, Cheia de Graça…"

Fátima, 13 de outubro de 1917

– Olhem para o sol! gritou Lúcia.

O tão esperado milagre ia começar.

***

Tudo teve início no dia 13 de maio de 1917, quando Maria apareceu a três pastorinhos – Lúcia, Francisco e Jacinta – em Fátima, Portugal. Pediu para comparecerem naquele tocal todos os dias 13, até outubro, quando diria quem era e o que queria. As notícias sobre as visões se espalharam e conforme o tempo passava a multidão presente nas aparições ia crescendo, até chegar a 70 mil pessoas naquele dia, mesmo chovendo forte durante a noite toda.

No fim da chuvosa manhã, as crianças abriram caminho entre a multidão até chegarem à Cova da Iria, local exato das aparições. Imediatamente, começaram a rezar o terço. Ao meio-dia, Lúcia pediu silêncio e avisou que Nossa Senhora se aproximava.

As crianças entraram em êxtase. Nossa Senhora finalmente se identificou:

– Quero dizer-te que façam aqui uma capela em minha honra, que eu sou a Senhora do Rosário, que continuem a rezar o terço todos os dias.

Instantes depois, após um breve diálogo com a Virgem, Lúcia gritou:

– Olhem para o sol!

Novas visões deslumbraram as três crianças: primeiramente, a Sagrada Família, com São José abençoando a multidão. Em seguida, Jesus Cristo, de vermelho, e Nossa Senhora das Dores, vestida de roxo, com a espada ao peito; neste instante, é Cristo quem abençoa o povo. Finalmente, aparece Nossa Senhora do Carmo, deixando cair da mão direita alguma coisa.

“E as Visões do Céu de Fátima extinguiram-se para sempre”, escreveu o Padre João M. de Marchi.

Mas, enquanto as crianças tinham estas visões, começava para o povo o tão aguardado milagre. De fato, as nuvens começavam a se afastar, e puderam ver o sol nitidamente, sem ferir os olhos. Imediatamente, o sol começou a girar em torno do seu eixo e em seguida desceu em alta velocidade sobre as pessoas presentes. Desferia raios multicoloridos, e as pessoas viam os objetos com cores e reflexos inusitados. A dança do sol durou cerca de 10 minutos, ao fim dos quais as roupas estavam secas e a lama do chão secara. Entretanto, ninguém sofreu queimadura alguma.

Foi o maior milagre de todos os tempos, testemunhado pela multidão presente na Cova da Iria e por muitos outros distantes dali, crentes e céticos, devotos e ateus, clérigos e curiosos. Um milagre cuidadosamente preparado e anunciado com muitos meses de antecedência. Qual o objetivo de todo este estardalhaço?

Dar um só aviso:

“… virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração… Se atenderem ao meu pedido, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará os seus erros pelo mundo…”

Quais são os erros que a Rússia espalhou?

O terrorismo islâmico, inventado pela KGB para atacar os EUA e Israel, cujo ato mais emblemático foi o 11 de setembro.

O marxismo cultural, filho da Escola de Frankfurt, concebida por Stalin, responsável pelo abortismo, feminismo, sex lib e muitas outras barbaridades perpretadas por Marcuse e seus colegas.

A Teologia da Libertação, invenção de Khrushchev, cujos efeitos nós, brasileiros, estamos sofrendo na pele – a ocupação da Igreja por ateus.

A disseminação das drogas, com a dupla finalidade de fazer dinheiro e destruir as nações.

O nazismo, filho bastardo de Stalin, primo-irmão do comunismo, ambos propelidos pela mentalidade revolucionária, a mesma ideologia de ódio de fascistas e socialistas.

O genocídio de dezenas de milhões de pessoas, vítimas de ditaduras comunistas, contando por baixo.

Os padres pedófilos – invenção de Stalin – introduzidos (já na década de 1930) na Igreja mediante o aparelhamento dos psicólogos que selecionavam os candidatos para o sacerdócio: eliminavam as verdadeiras vocações e admitiam os homossexuais.

As consequências dos erros da Rússia são sentidas por nós a todo instante: insegurança, degradação da mulher, dissolução das famílias, o crime como norma, esquecimento de Deus, aumento brutal do poder do Estado, o fantasma das drogas… E o milagre do sol, como tantos outros, é escondido sob um véu de silêncio por aqueles que seguem a infame frase de Marx “A religião é o ópio do povo”.

Quase cem anos depois da dança do sol, a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria ainda não foi feita. É nosso dever orar para que a Santo Padre a faça o quanto antes.

“Continuem a rezar o terço em honra de Nossa Senhora do Rosário para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer.”  – Palavras da Virgem Santíssima em Fátima, no dia 13 de julho de 1917.

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