Sete Alegrias

"Alegra-Te, Cheia de Graça…"

Bandeira Européia

Em 1950, o Conselho da Europa promoveu um concurso de idéias, aberto para todos os artistas, para a criação de uma bandeira da futura Europa unida.

Um jovem desenhista, Arsène Heitz, participou com um esboço: doze estrelas em círculo sobre um fundo azul. O artista, devoto de Nossa Senhora, rezava o terço todos os dias. Quando soube do concurso e decidiu participar, estava lendo a história de Catarina Labouré, a vidente da Rua du Bac, a quem Nossa Senhora das Graças havia aparecido em 1830 e mandado cunhar a Medalha Milagrosa. O artista portava a famosa Medalha. Portanto, as estrelas do desenho têm origem naquela aparição. Quanto ao fundo azul, é a cor tradicional da Virgem.

Entre os mais de 100 projetos que chegaram de todo o mundo, “inexplicavelmente”, como diz o próprio Heitz, que participava do concurso sem muitas esperanças, o Conselho escolheu justamente o seu. A bandeira foi adotada oficialmente em oito de dezembro de 1955, data fixada de acordo com um calendário totalmente político.

Acontece que oito de dezembro é a festa da Imaculada Conceição.

Assim, parece que os eurocratas foram instrumentos inconscientes de um plano que ia adiante sem o conhecimento deles. As placas dos veículos de toda a Europa adotaram um modelo único, no qual a sigla do país é colocada dentro da bandeira azul com das doze estrelas. Portanto, o “sinal da Imaculada”, o “símbolo da mulher do Apocalipse” está em todas as estradas da Europa. E nas fachadas dos edifícios públicos de todos os países da União Européia esta exposto o azul estrelado junto com as cores das bandeiras nacionais locais.

Quantos, entre as centenas de milhões de motoristas da Europa, estão conscientes de carregarem em suas andanças, um sinal tão enigmático e tão específico da Virgem Maria? E quantos conhecem as origens da bandeira quando a vêem tremular sobre ministérios, escolas, hospitais e postos policiais?

“Eis que agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada”

*

A história acima é relatada no livro Hipóteses Sobre Maria, de Vittorio Messori.

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