Sete Alegrias

"Alegra-Te, Cheia de Graça…"

Pobres Gordos

Segundo estudo recente, a quantidade de obesos (denominação politicamente correta para gordo) cresceu assustadoramente nos países em desenvolvimento (denominação politicamente correta para país pobre) de 1980 para cá.

Ué?! Não ia todo mundo morrer de fome? A comida não ia acabar? Não era esse o discurso dos alarmistas anti-natalidade? Este fato derruba mais um argumento dos superpopulacionistas.

A verdade, porém, é que o tema vai muito além do que uma simples argumentação, porque não se deve argumentar com esta turma. Quando se fala em superpopulação, a pergunta implícita em todos os argumentos é “Quantas pessoas cabem no mundo?”

Esta pergunta não pode ser aceita, porque esconde uma armadilha. Quando você a aceita, implicitamente está aceitando a idéia de que alguém sabe a resposta e, portanto, alguém pode controlar a natalidade. E, implicitamente, você está aceitando também a autoridade deste alguém – normalmente, o governo. Esta perversa estratégia foi friamente forjada por cientistas sociais e muita gente, de boa fé, cai na cilada.

Não caia na arapuca. Em vez disso, denuncie a técnica de manipulação psicológica subjacente e jamais – jamais! – argumente. Falta de comida, falta de água, falta de energia, falta de espaço, a terra não vai aguentar o peso, vai sair de órbita, vai cair no chão, vai trombar com a lua, tudo mentira, conversa pra boi dormir, o que o seu interlocutor quer é que você aceite a pergunta, entre no debate, e, assim, sem perceber, já terá perdido a batalha, mesmo se vencer a discussão.

Só quem tem a resposta para esta pergunta é o casal, são os pais, os responsáveis por trazer ao mundo novas vidas e sustentá-las. Não é da conta de mais ninguém – estado, governo, religião, ciência, ninguém! Afinal de contas, quem vai prover o sustento do filho é o casal, e não a mãe-terra, nem o pai-estado, muito menos Deus vai fazer o trabalho dos outros.

E, como dizem sabiamente os americanos, quem não pode comprar as fraldas não deve se casar.

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