Sete Alegrias

"Alegra-Te, Cheia de Graça…"

Arminha de brinquedo

O governo do estado de São Paulo proibiu a fabricação e o comércio de armas de brinquedo. Que maravilha! Descobriram o responsável pelas dezenas de milhares de homicídios: o brinquedo do seu filhinho que dispara bolhas de sabão. Esta insanidade lembra a piada do marido traído que flagrou a esposa em pleno intercurso sexual com o vizinho no sofá da sala e não teve dúvidas: vendeu o sofá!

Agora falando sério: os nossos legisladores criam todo tipo de empecilho para a pessoa de bem se proteger enquanto criam leis que atam as mãos da Polícia e obrigam o Judiciário a soltar bandido. Vamos analisar os objetivos ocultos.

O que uma arminha de brinquedo tem a ver com a violência? Dizem os políticos que a arma de brinquedo é usada em assaltos; segundo esta lógica, logo logo as pessoas serão proibidas de usar roupas porque tem bandido que finge estar armado escondendo a mão sob a blusa.

Dizem também que incita a violência nas crianças. Para os defensores desta idéia, o comportamento agressivo é, em si, uma coisa má – nada de brusquidão, nada de arrancos violentos, nada de enfrentar as adversidades, a testosterona é muito ruim, precisa ser diminuída, a melhor cultura é a do bom-mocismo, do diálogo com bandido, vamos negociar como vai ser o estupro. Por isso, tentam, por meio de leis, criar uma sociedade pura, cor-de-rosa, sem armas, sem facas, sem jogos violentos, sem artes marciais, sem esportes de contato, como o futebol. Em outras palavras, a tentativa de manipular a opinião pública para impor esta ideologia pacifista e criar um novo homem “bonzinho” é um totalitarismo. Ela sim é uma violência, a maior das violências contra a natureza humana.

O objetivo do desarmamentismo é triplo: abandonar o cidadão comum à mercê dos bandidos armados, desvirilizar a população masculina (com o consequente emburrecimento, segundo Olavo de Carvalho) e, por meio de argumentos absurdos, deixar o povo apatetado para poder manipulá-lo à vontade.

Não se deixe enganar, lembre-se da frase de Groucho Marx:

– Afinal de contas, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?

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