Sete Alegrias

"Alegra-Te, Cheia de Graça…"

Arquivos da Categoria: Festas Marianas

Divina Inveja

Na Eternidade, Deus Pai olha com amor para Si mesmo e este olhar de amor origina o Deus Filho, e os dois Se olham e o Seu olhar de amor origina o Deus Espírito Santo. Mais não digo, pois, como Riobaldo, “nessas altas idéias navego mal”.

No Paraíso, Deus criou o homem e, estando ele muito solitário, criou a mulher para lhe fazer companhia, e lhes deu o amor, e, com o amor, a capacidade de também darem origem ao filho.

E o filho e a mãe se olham e se amam, num amor especial, sobre o qual também mais não sei dizer.

E Deus, senhor do tempo, vendo o amor de todas as mães e de todos os filhos – vendo você, cara leitora, mãe, vendo você, caro leitor, filho – sentiu uma divina inveja. E disse Deus, em uníssono (um só Deus, em três pessoas):

– Ei, peralá, tem algo muito errado aqui, este negócio de mãe é muito bom, eu também quero! Preciso dar um jeito nisso, afinal de contas, quem é que manda aqui?

E, chamando imediatamente Gabriel, falou:

– Tenho uma missão para você.

(…)

– Alegra-Te, Cheia de Graça, eis que darás à luz um menino…

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Nó Górdio

Segundo a lenda, quem conseguisse desatar o complicado nó feito em homenagem a Górdio, soberano da Frígia, se tornaria o novo rei. A tarefa se mostrou impossível. Entretanto, Alexandre, o Grande, após analisar o intrincado empreendimento, puxou a espada e resolveu o problema. De fato, a profecia se mostrou verdadeira e Alexandre foi o maior conquistador do mundo antigo.

Dia 12 nós comemoramos a festa de Nossa Senhora Desatadora dos Nós. Este título foi atribuído a Maria devido a uma pintura do alemão Johann Schmidtner. A obra foi pintada em 1700, aproximadamente, e fica em exposição na cidade de Augsburg, Alemanha. Por sua vez, o artista se inspirou na frase de Santo Irineu “Eva, pela desobediência, atou o nó da desgraça para o gênero humano; Maria, por sua obediência, o desatou”.

A devoção popular vê em Maria a nossa ajuda para desatar os nós, resolver os problemas, transpor as dificuldades, vencer os impedimentos. (É muito bom ter uma Ajudante assim, mas melhor ainda é seguir a ordem da Mestra: “Fazei tudo o que Ele vos disser”.)

Analogamente à lenda, o verdadeiro nó da existência humana – o pecado – foi desatado por uma espada de dor que transpassou a alma da Co-Redentora. A profecia também se cumpriu com a Rainha da Criação:

“Eis que todas as gerações me chamarão bem-aventurada”

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A Face de Maria

Você já viu o rosto de Nossa Senhora? Quer ver? É fácil: olhe para a imagem gravada no manto do índio Juan Diego. Está na Cidade do México, e é conhecida como Nossa Senhora de Guadalupe.

Foi em 1531. Juan Diego ia para a Cidade quando a Virgem apareceu e lhe pediu para procurar o bispo e dizer a ele que Nossa Senhora queria a construção de uma capela em sua homenagem. Juan Diego foi imediatamente falar com o bispo, mas não recebeu muita atenção.

No caminho de volta, foi novamente interpelado por Maria, que insistiu no pedido. No dia seguinte, nova conversa com o bispo; este, já impaciente, disse para Juan Diego obter uma prova concreta do pedido, um sinal da Aparição.

O índio contou para a Virgem o diálogo com o bispo, e Maria disse para ele encontrá-la naquele local no dia seguinte, quando providenciaria o sinal.

Naquela noite, porém, o tio de Juan Diego passou mal, e previa-se o pior. O índio foi logo cedinho buscar ajuda, mas por outro caminho, para evitar a Mãe de Deus. No desvio, Maria esperava por ele; o índio disse não poder atendê-la no momento, pela urgência da doença do tio.

“Não sou eu a tua Mãe? Não estás sob meu manto e sob a minha proteção? Não te preocupes com o teu tio, eu cuido dele”, e naquele exato momento o doente foi curado.

Nossa Senhora pediu para Juan Diego subir no alto da montanha e encher o manto com rosas castelhanas – inexistentes nas Américas. Era 12 de dezembro de 1531, solstício de inverno, época impossível para floradas. Ele encheu o manto com as rosas e se dirigiu à Cidade.

Quando Juan Diego desenrolou o manto aos pés do bispo não foram só as rosas que causaram surpresa: no manto, havia sido miraculosamente gravada a imagem de Maria.

A imagem estava repleta de ícones indígenas e, por isso, os nativos, até então impermeáveis à doutrina cristã, acreditaram imediatamente na nova religião. La Virgen Morenita era uma imperatriz, pois usava um manto azul, cor reservada apenas ao imperador. A desobediência era punida com a morte. O modo como os cabelos estavam ajeitados indicavam uma donzela, mas a cinta sobre a barriguinha indicava gravidez (uma virgem grávida!) –  e não uma gravidez qualquer: no ventre, um símbolo representava o universo. Estava grávida do criador do universo! Aparecia na frente do sol, pisando a lua (uma lua escura, pois naquele ano houvera um eclipse lunar). Na mitologia local, sol e lua tinham muita importância e duelavam pelo poder. Estes e outros símbolos fizeram com que os habitantes tratassem a imagem como um sinal sobrenatural. A população acorreu em massa para ver a imagem; todos queriam adotar a nova fé e pediam o batismo, e era tanta gente que os sacerdotes escreveram ao Vaticano pedindo instruções sobre como batizar multidões.

Outras surpresas recentes: com o auxílio de microscópios, descobriu-se imagens minúsculas nos dois olhos de Maria – eram as pessoas que estavam na sala no momento do milagre. Mais: o manto é feito de um material frágil, cuja decomposição ocorre em poucos anos – este, no entanto, já dura quase 500 anos. Mais ainda: um ataque acidental por ácido manchou-o, sem, no entanto, conseguir afetar a imagem – e a mancha vem desaparecendo com o tempo. Ainda mais: um incêndio afetou o altar onde o manto estava exposto, extinguindo-se misteriosamente bem rente a ele; candelabros e cruzes metálicas ficaram retorcidas, mas a imagem não sofreu o mais mínimo dano. E mais: as estrelas no manto têm a posição exata do firmamento daquele dia – mas aparecem como que vistas do céu, e não da terra. Por fim: até hoje não se conhece o processo usado para “pintar” a imagem.

Se você quiser ver tudo isto com os próprios olhos, é fácil, basta ir à Cidade do México. Lá você verá a verdadeira face de Maria, gravada no manto do índio Juan Diego. Todos os dias, esta imagem recebe multidões que não se cansam de rezar à Mãe de Deus. Vá lá e faça também a sua prece.

E, se não for pedir muito, reze uma Ave Maria por mim.

Eu sou a Imaculada Conceição

O que nos leva à ignorância, à revolta e à maldade? Quem tem o verdadeiro entendimento da realidade das coisas? Quem pode olhar na face do mal sem revolta ou desespero?

Na aparição de Lourdes, Nossa Senhora conversava com Bernardete quando um demônio se intrometeu murmurando inconveniências para atrapalhar o diálogo. Maria, desviando a vista, e sem pronunciar uma palavra sequer, lançou um olhar de censura na direção do demônio, que se calou imediatamente.

Só a Nossa Mãe e Mãe de Deus, dentre todas as criaturas, foi preservada do Pecado Original, este maldito visgo que nos prende e entorpece. Por isso, foi a única realmente feliz e é a única que sabe de tudo. Quem quer que queira conquistar a felicidade e ter o pleno conhecimento da realidade última das coisas deve olhar para a Sede da Sabedoria procurando descobrir a essência do pecado.

Desde a mais tenra idade, olhava o mundo e a humanidade procurando compreender porque todos nós batemos cabeça, até o dia em que lhe foi anunciada a sua missão. Perturbada com a aparição, o anjo a acalmou: Não te assustes, Maria, ao contrário…

– “Alegra-te, cheia de graça…”

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“Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”

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Bandeira Européia

Em 1950, o Conselho da Europa promoveu um concurso de idéias, aberto para todos os artistas, para a criação de uma bandeira da futura Europa unida.

Um jovem desenhista, Arsène Heitz, participou com um esboço: doze estrelas em círculo sobre um fundo azul. O artista, devoto de Nossa Senhora, rezava o terço todos os dias. Quando soube do concurso e decidiu participar, estava lendo a história de Catarina Labouré, a vidente da Rua du Bac, a quem Nossa Senhora das Graças havia aparecido em 1830 e mandado cunhar a Medalha Milagrosa. O artista portava a famosa Medalha. Portanto, as estrelas do desenho têm origem naquela aparição. Quanto ao fundo azul, é a cor tradicional da Virgem.

Entre os mais de 100 projetos que chegaram de todo o mundo, “inexplicavelmente”, como diz o próprio Heitz, que participava do concurso sem muitas esperanças, o Conselho escolheu justamente o seu. A bandeira foi adotada oficialmente em oito de dezembro de 1955, data fixada de acordo com um calendário totalmente político.

Acontece que oito de dezembro é a festa da Imaculada Conceição.

Assim, parece que os eurocratas foram instrumentos inconscientes de um plano que ia adiante sem o conhecimento deles. As placas dos veículos de toda a Europa adotaram um modelo único, no qual a sigla do país é colocada dentro da bandeira azul com das doze estrelas. Portanto, o “sinal da Imaculada”, o “símbolo da mulher do Apocalipse” está em todas as estradas da Europa. E nas fachadas dos edifícios públicos de todos os países da União Européia esta exposto o azul estrelado junto com as cores das bandeiras nacionais locais.

Quantos, entre as centenas de milhões de motoristas da Europa, estão conscientes de carregarem em suas andanças, um sinal tão enigmático e tão específico da Virgem Maria? E quantos conhecem as origens da bandeira quando a vêem tremular sobre ministérios, escolas, hospitais e postos policiais?

“Eis que agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada”

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A história acima é relatada no livro Hipóteses Sobre Maria, de Vittorio Messori.

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Nossa Senhora das Graças

No dia 27 de novembro de 1830, Maria fez nova visita à noviça Catarina Labouré na Capela da Rue du Bac, Paris.

Nos dedos das mãos espalmadas, trazia jóias que emitiam raios de luz representanto as graças derramadas sobre a humanidade; aos pés, o globo terrestre, e, ao redor da cabeça, uma coroa de doze estrelas – um grande sinal surgiu no céu, uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas (Ap 12,1) – e uma oração:

– Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós.

Embaixo, dois corações: o de Jesus, envolvido por uma coroa de espinhos, e o de Maria, transpassado por uma espada.

Esta aparição deu origem à famosa Medalha Milagrosa, fabricada por ordem expressa de Nossa Senhora a Catarina.

A noviça perguntou por que havia alguns anéis apagados e Maria respondeu:

– São graças que ninguém pede.

Assim somos nós: pedimos dinheiro, saúde, boa vida, mas não pedimos para Deus nos dar a graça da caridade ou da fé ou da santidade.

Ao lado de Lourdes (1858) e Fátima (1917), esta é uma das grandes visitas que a Nossa Mãe nos fez para trazer carinho, consolação e sabedoria ao nosso mundo tão necessitado. Hoje é dia de festa e de meditação, dia de alegria e dia de pensar nos altos ensinamentos que a Mãe de Deus veio trazer. Se você quer ter um entendimento pleno da realidade das coisas, precisa estudar os acontecimentos e os milagres destas três grandes aparições.

Porque só Nossa Senhora é quem sabe de tudo.

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Frufru de saia de seda

Na noite de 18 de julho de 1830, Catarina Labouré, noviça do seminário da Rue du Bac, em Paris, ouviu a mestra das noviças discorrer sobre a devoção aos santos e, em especial, à Virgem Maria. Ela pediu ao fundador da sua ordem, São Vicente de Paulo, para lhe conceder a graça de ver Nossa Senhora.

Às onze e meia da noite, acordou com alguém chamando-a pelo nome:

– Irmã Catarina! Irmã Catarina!

Era um menino de 4 ou 5 anos de idade. Ele acrescentou:

– Vamos à Capela porque a Virgem Santíssima te espera.

Catarina acompanhou a criança, que espalhava raios de luz por onde passava. Para surpresa da noviça, as luzes estavam acesas pelos corredores e, ao chegar à Capela, a porta se abriu mal o menino a tocou. Catarina foi conduzida para perto da cadeira de braços na qual sentava o diretor; ajoelhou-se e aguardou. Por fim, o menino disse:

– A Virgem está chegando, ela vem…

“E eu ouvi um frufru de saia de seda” contou Catarina. “Eu ainda duvidava mas o menino disse: ‘Eis a Virgem Santíssima’. (…) Então dei um salto para junto d’Ela e fiquei de joelhos com as mãos apoiadas em seus joelhos. E aí passei um momento o mais doce de toda a minha vida. É impossível dizer tudo o que eu sentia. E a Virgem começou a falar-me…”.

Esta foi a primeira aparição de Nossa Senhora das Graças à Catarina Labouré. No dia 27 de novembro daquele mesmo ano, a noviça receberia mais uma visita da Mãe de Deus…

Não perca, amanhã, neste blog.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós.

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A Apresentação de Maria

Hoje comemoramos a festa da Apresentação de Nossa Senhora no Templo. Neste dia, segundo a Tradição, Ana e Joaquim levaram a sua menina para ser consagrada a Deus.

O Papa Paulo VI aproveitou a data e, em 1964, declarou Nossa Senhora a Mãe da Igreja.

Vamos aproveitar também e pedir à Mãe para manter a Igreja una (livre de dissensões causadas pelos pecados dos homens, principalmente os meus e os seus), santa (uma mestra imaculada para nos orientar – “como a cabeça da Igreja é Cristo, a Igreja permanecerá sempre imaculada” Bento XVI), católica (universalmente aberta a todo aquele que quiser abraçar a fé cristã) e apostólica (para que possamos a levar o amor de Cristo aos nossos irmãos, que é o que melhor podemos fazer por eles).

– Santa Maria, Mãe da Igreja, rogai por nós!

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Sucesso

Sucesso, hoje em dia, quer dizer vencer na vida, encher o bolso de grana, ser famoso e viver às pampas – ah! que bom! o universo está aí para nos servir…

Sexta-feira, dia 1°, foi dia de Nossa Senhora do Bom Sucesso, devoção portuguesa nascida no século XVII.

E qual foi o sucesso de Nossa Senhora?

Bernanos, em Diário de Um Pároco de Aldeia, observa que a Virgem passou pela vida discretamente, a ave do sucesso sequer roçou as asas em Maria. Os Evangelhos também mostram uma vida bem cheia de inssucessos: pobreza, humilhação, desamparo, exílio, incompreensão, dor… na Sexta-feira da Paixão, uma espada de dor lhe transpassou a alma. Que sucesso esquisito é este?

É um sucesso bem diferente do sucesso que o mundo conhece. É o sucesso da busca da vocação, da conformidade à vontade de Deus – conformidade não significa resignação mas amoldamento à vontade de Deus, aprofundamento no conhecimento de Deus de forma a chegarmos a querer o que Deus quer; é um tipo de endeusamento, não um “sereis como deuses”, mas “Deus olhou a humildade da Sua serva”.

É o sucesso da busca da face de Deus na face do irmão necessitado – como nas bodas de Canaã – porque temos um só Pai e todos nós somos irmãos.

O sucesso de Maria ocorreu na madrugada do domingo da Ressurreição, quando a Virgem, a única chama acesa sobre a terra, viu, com alegria, as entristecidas mulheres se preparando para irem ao Santo Sepulcro.

Certamente, pensava “por que buscam entre os mortos Aquele que vive?”

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Fátima, 13 de outubro de 1917

– Olhem para o sol! gritou Lúcia.

O tão esperado milagre ia começar.

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Tudo teve início no dia 13 de maio de 1917, quando Maria apareceu a três pastorinhos – Lúcia, Francisco e Jacinta – em Fátima, Portugal. Pediu para comparecerem naquele tocal todos os dias 13, até outubro, quando diria quem era e o que queria. As notícias sobre as visões se espalharam e conforme o tempo passava a multidão presente nas aparições ia crescendo, até chegar a 70 mil pessoas naquele dia, mesmo chovendo forte durante a noite toda.

No fim da chuvosa manhã, as crianças abriram caminho entre a multidão até chegarem à Cova da Iria, local exato das aparições. Imediatamente, começaram a rezar o terço. Ao meio-dia, Lúcia pediu silêncio e avisou que Nossa Senhora se aproximava.

As crianças entraram em êxtase. Nossa Senhora finalmente se identificou:

– Quero dizer-te que façam aqui uma capela em minha honra, que eu sou a Senhora do Rosário, que continuem a rezar o terço todos os dias.

Instantes depois, após um breve diálogo com a Virgem, Lúcia gritou:

– Olhem para o sol!

Novas visões deslumbraram as três crianças: primeiramente, a Sagrada Família, com São José abençoando a multidão. Em seguida, Jesus Cristo, de vermelho, e Nossa Senhora das Dores, vestida de roxo, com a espada ao peito; neste instante, é Cristo quem abençoa o povo. Finalmente, aparece Nossa Senhora do Carmo, deixando cair da mão direita alguma coisa.

“E as Visões do Céu de Fátima extinguiram-se para sempre”, escreveu o Padre João M. de Marchi.

Mas, enquanto as crianças tinham estas visões, começava para o povo o tão aguardado milagre. De fato, as nuvens começavam a se afastar, e puderam ver o sol nitidamente, sem ferir os olhos. Imediatamente, o sol começou a girar em torno do seu eixo e em seguida desceu em alta velocidade sobre as pessoas presentes. Desferia raios multicoloridos, e as pessoas viam os objetos com cores e reflexos inusitados. A dança do sol durou cerca de 10 minutos, ao fim dos quais as roupas estavam secas e a lama do chão secara. Entretanto, ninguém sofreu queimadura alguma.

Foi o maior milagre de todos os tempos, testemunhado pela multidão presente na Cova da Iria e por muitos outros distantes dali, crentes e céticos, devotos e ateus, clérigos e curiosos. Um milagre cuidadosamente preparado e anunciado com muitos meses de antecedência. Qual o objetivo de todo este estardalhaço?

Dar um só aviso:

“… virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração… Se atenderem ao meu pedido, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará os seus erros pelo mundo…”

Quais são os erros que a Rússia espalhou?

O terrorismo islâmico, inventado pela KGB para atacar os EUA e Israel, cujo ato mais emblemático foi o 11 de setembro.

O marxismo cultural, filho da Escola de Frankfurt, concebida por Stalin, responsável pelo abortismo, feminismo, sex lib e muitas outras barbaridades perpretadas por Marcuse e seus colegas.

A Teologia da Libertação, invenção de Khrushchev, cujos efeitos nós, brasileiros, estamos sofrendo na pele – a ocupação da Igreja por ateus.

A disseminação das drogas, com a dupla finalidade de fazer dinheiro e destruir as nações.

O nazismo, filho bastardo de Stalin, primo-irmão do comunismo, ambos propelidos pela mentalidade revolucionária, a mesma ideologia de ódio de fascistas e socialistas.

O genocídio de dezenas de milhões de pessoas, vítimas de ditaduras comunistas, contando por baixo.

Os padres pedófilos – invenção de Stalin – introduzidos (já na década de 1930) na Igreja mediante o aparelhamento dos psicólogos que selecionavam os candidatos para o sacerdócio: eliminavam as verdadeiras vocações e admitiam os homossexuais.

As consequências dos erros da Rússia são sentidas por nós a todo instante: insegurança, degradação da mulher, dissolução das famílias, o crime como norma, esquecimento de Deus, aumento brutal do poder do Estado, o fantasma das drogas… E o milagre do sol, como tantos outros, é escondido sob um véu de silêncio por aqueles que seguem a infame frase de Marx “A religião é o ópio do povo”.

Quase cem anos depois da dança do sol, a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria ainda não foi feita. É nosso dever orar para que a Santo Padre a faça o quanto antes.

“Continuem a rezar o terço em honra de Nossa Senhora do Rosário para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer.”  – Palavras da Virgem Santíssima em Fátima, no dia 13 de julho de 1917.

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