Sete Alegrias

"Alegra-Te, Cheia de Graça…"

Arquivos da Categoria: Igreja

Papa Francisco e o Aborto

As recentes declarações do Papa condenando o aborto decepcionaram aqueles que viam em Francisco o vento das reformas radiciais na Igreja.

Na minha opinião, o assunto é bem claro. Basta responder à pergunta: quando começa a vida?

A resposta também é clara: na fecundação, pois “se um óvulo fecundado não é por si só um ser humano ele não poderia tornar-se um, pois nada é acrescentado a ele” (Jérôme Lejeune).

O resto – direito da mulher ao corpo, questão de saúde pública, má formação, superpopulação etc. – é  papo furado, manipulação. Não deixe de ler o post Aborto e Manipulação Psicológica.

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Inês

Hoje é dia de Santa Inês, mártir do século IV. Era muito bonita e por isso não lhe faltavam pretendentes; ela, entretanto, havia decidido consagrar a virgindade a Deus. Um nobre preterido a denunciou. Na época, o cristianismo era proibido.

Levaram-na para um prostíbulo, mas a sua longa cabeleira a ocultou e um anjo a protegeu. Não foi tocada por ninguém. De volta à corte imperial foi indagada sobre a sua religião. Ao confessar que era cristã, deixou ali mesmo a vida, abatida por um soldado.

Inês é um marco na história do cristianismo e na história da mulher. Depois dela, as mulheres começaram a ser tratadas com mais dignidade. Mais do que Maria, foi ela o ponto de inflexão.

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A ONU e os padres pedófilos

Os vestais integrantes do Comitê sobre os Direitos da Infância da ONU ontem exigiram da Igreja Católica providências contra os padres pedófilos. Vamos aos fatos.

Fato 1: Stalin, na década de 1930, traçou uma estratégia de infiltração de candidatos ao sacerdócio com tendências homossexuais no seio da Igreja. A maldade consistia em aparelhar as comissões de seleção de candidatos com psicólogos contratados para eliminar as verdadeiras vocações e aprovar os candidatos que, fatalmente, trariam problemas sexuais no futuro. A esse respeito, não deixe de ler o livro “Goodbye, Good Men: How Liberals Brought Corruption into the Catholic Church”, de Michael S. Rose. A obra é fruto de incontáveis entrevistas e profundas pesquisas. O autor mostra como os seminários dominados pelos comunistas são a causa do escândalo.

Fato 2: a ONU é um braço da Nova Ordem Mundial, organização composta por algumas centenas de bilionários empenhada em criar um governo mundial baseado no socialismo fabiano. O fabianismo é uma corrente que prega o avanço lento e gradual do socialismo por meio da hegemonia cultural sem guinadas bruscas nem revoluções sangrentas. É a modalidade em voga no Brasil e o seu expoente máximo em nossa terra é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Fato 3: comunismo e socialismo – fabiano ou não – estão unidos pelo desejo comum de destruir o cristianismo e, por isso, a Igreja Católica é alvo prioritário. (Aliás, comunismo e socialismo no fundo são a mesma coisa.) O comunismo deseja destruir todas as religiões pois são “o ópio do povo”. O socialismo do Clube Bilderberg – outro nome da Nova Ordem Mundial – deseja implantar uma religião biônica em substituição às hoje existentes.

Fato 4: os meios de comunicação de massa estão concentrados nas mãos dos Bilderbergs e, logicamente, jamais revelarão a história verdadeira. A concentração das empresas de mídia é um dos grandes problemas da atualidade. Uma das consequências é a uniformidade do noticiário. Você já reparou como as notícias são as mesmas em todos os canais de televisão?

Conclusão: os socialistas da ONU, travestidos de integrantes do Comitê sobre os Direitos da Infância, ontem exigiram da Igreja Católica providências contra os pedófilos por eles mesmos infiltrados naquela Instituição para destruí-la por dentro. A Igreja é vítima e as pessoas que sofreram abuso sexual também são vítimas. Os culpados são os comunistas e os socialistas. Os integrantes do comitê da ONU são cúmplices. E os bispos católicos que se calam também o são.

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São Francisco Xavier, Patrono do Oriente

Na festa de hoje, reproduzo alguns trechos do livro São Francisco Xavier, Apóstolo da Índia e do Japão, de Jorge Schurhammer.

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Os cristãos, a quem Xavier anunciou a boa nova, não esqueceram jamais o seu apóstolo.

Poucos anos após a morte do santo, os maometanos perseguiram com horrível crueldade os cristãos de Amboino, forçando-os a apostatar. Porém o cacique de Hative, Manuel, companheiro em outro tempo do padre, mesmo sem contar com a ajuda dos portugueses e privado, como estava, de missionários, levantou intrépido e sustentou na luta o estandarte de Jesus Cristo contra o predomínio muçulmano. “Que é o que naqueles anos te infundiu tanto heroísmo?” perguntaram-lhe mais tarde.

“Eu sou um pobre filho das selvas de Amboino – respondeu Manoel – e não saberei declarar quem é Deus, e o que sei é ser cristão; porém uma coisa sei certamente e é a que o padre mestre Francisco me ensinou: que é coisa boa morrer por Jesus Cristo”.

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“Vós dizeis que vossa religião é melhor que a que nos ensinou o nosso grande padre. Pois bem; fazei mais milagres que ele; ressuscitai logo pelo menos uma dezena de mortos, já que Xavier ressuscitou aqui cinco ou seis; curai a todos os nossos enfermos; fazei que nossos mares sejam mais abundantes em peixe… e então veremos qual há de ser a resposta que vos havemos de dar”.

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O Papa Bento XIV o declarou, em 1748, patrono do oriente, desde o cabo da Boa Esperança até à China e ao Japão; e em 1904 o nomeou o Papa Pio X patrono da Sagrada Congregação de Propaganda Fide em todo o mundo.

Porém, no coração dos fiéis disseminados por toda a terra, o padre mestre Francisco continua ainda vivendo como o grande são Francisco Xavier, cujo luminoso exemplo entusiasma, ainda hoje, a milhares de apóstolos, que tudo sacrificam e tudo abandonam por amor de Jesus Cristo e as almas imortais, afim de contribuir para a realização do último grande desejo de nosso Senhor e Salvador:

“Ide por todo mundo, ensinai a todos os povos e batizai-os em nome do Padre, e do Filho, e do Espírito Santo”. Amém.

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Práticas de Piedade

Muitas pessoas desejam viver a vida religiosa mais profundamente mas não sabem como. Para evitar transformar a religião em mero sentimentalismo, vagos desejos de melhora pessoal e de busca da verdade, existem as práticas de piedade cristã, tradicionais na Igreja e aprovadas e comprovadas pelos santos ao longo dos séculos.

A primeira delas é o oferecimento do dia: trata-se simplesmente de elevar o pensamento a Deus ao acordar para agradecer pela vida e oferecer todos os atos daquele dia.

Em seguida, muita gente costuma, ainda pela manhã, fazer alguns minutos de oração. Oração significa simplesmente conversar com Deus, em silêncio. Pode ser no seu quarto, numa igreja ou em outro local qualquer que resguarde o recolhimento. Alguns preferem orar à tarde. Outros, um pouco de manhã, um pouco à tarde. Não importa. O que importa é seguir o exemplo da vida de oração de Cristo.

Ainda pela manhã, é tradicional a leitura do Evangelho. É a melhor forma de conhecermos a vida de Nosso Senhor Jesus Cristo. Basta alguns minutos de leitura e meditação por dia, pois o conteúdo dos Evangelhos é muito rico.

Ao meio-dia, reze a antiquíssima oração do Ângelus, uma homenagem a Maria. Você pode obter esta prece facilmente na internet. Também não vai tomar muito o seu tempo.

A leitura espiritual é outra importante prática para crescer no conhecimento da doutrina e na vida de piedade. Pode ser uma biografia de um santo, um livro sobre virtudes, um estudo sobre milagres, sobre as aparições de Maria, o Catecismo, material não falta, basta escolher um tema do seu interesse, dê preferência aos clássicos. Marque no relógio uns dez minutos, não precisa mais. Por uma questão de distribuição ao longo do dia, você pode fazer a leitura à tarde.

O terço é outro costume católico de longa data. Em todas as aparições recentes, Maria tem nos pedido para rezar o terço. Talvez porque seja uma oração que pode ser rezada por qualquer pessoa, sob diversas circunstâncias. Também pela pedagogia divina embutida numa oração repetitiva e simples. Muita gente gosta de rezar o terço em família.

Do ponto de vista do crescimento pessoal, o exame de consciência, no fim do dia, é a prática mais importante porque é o momento de analisar o nosso dia, ver o que fizemos de bom e de ruim, o que podíamos ter feito melhor, descobrir as nossas omissões e tirar algum propósito de melhora. Só diante de Deus podemos ser totalmente sinceros pois Ele tudo vê e tudo sabe, e a sinceridade com Deus é a única forma de deixarmos de mentir para nós mesmos. A mentira para si mesmo é o caminho seguro para a neurose (cfr. Olavo de Carvalho), e por isso o exame de consciência é a prática de piedade garantidora da saúde mental.

Ao lado destas práticas, não podemos esquecer da Santa Missa (de obrigatoriedade dominical) e da Confissão, o sacramento da misericórdia de Deus (é melhor passar um pouco de vergonha agora na frente do padre do que ser condenado no dia do juízo – na frente de Deus não vai tem conversa mole!). Muitas pessoas se esforçam para assistir a Missa não só aos domingos mas também durante a semana. Outros procuram se confessar pelo menos uma vez por mês.

Se você não tem tempo de ir à Missa, não custa nada conhecer outra prática católica: a visita ao Santíssimo Sacramento. São apenas alguns momentos de adoração ao Deus feito Pão, presente em todos os Sacrários do mundo por amor a você.

Um modo de dar início a estas práticas é escolher uma – umazinha só! – aquela que mais impacto vai causar na sua vida e mais benefício vai trazer a você. Coloque-a em prática durante algum tempo, até ser incorporada no seu dia a dia. Depois, escolha outra, e assim por diante. O importante é não cair nos extremos: nem desanimar porque não consegue fazer o que planejou, nem usar esta lista como uma folha de deveres cumpridos ou de condecorações, uma relação de troféus e títulos para esfregar na cara de Deus.

Acima de tudo, lembre-se da frase de Mateus, 24, 13:

– “Aquele que perserverar até o fim, esse será salvo.”

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Vada a bordo!

Na noite de 13 de janeiro de 2012, o navio Costa Concórdia bateu numa pedra e adernou. Com medo, o capitão fugiu. O comandante da Guarda Costeira gravou os telefonemas nos quais manda o covardão reassumir o posto. Em fúria, grita:

– Vada a bordo! Volte para bordo! Já há cadáveres!!

Hoje, é Cristo quem grita: volte para bordo, volte para a Barca de Pedro, retome a sua batalha espiritual, já há cadáveres – os milhares de cadáveres dos brasileiros assassinados por ano, dos abortos, dos suicidas, das vidas destruídas dos drogados…

Você não vê o tamanho do buraco? Não vê que a crise mundial coincide com a própria crise da Igreja? Não vê que vivemos a civilização do conforto (ou da indiferença – é a mesma coisa) justamente o oposto da civilização do amor querida por Bento XVI? Nâo vê que a sua inação vai prestar contas destes mortos?

A Igreja está invadida – Maria avisou em Fátima: cuidado com a Rússia – por marxistas infiltrados (os padres pedófilos, os auto-proclamados teólogos da libertação). Se um bandido invadir a sua casa, o que você faz? Deixa ele lá e vai morar na rua? A Igreja é a sua casa, invadida por ladrões, tarados, assassinos e traficantes, e é seu dever expulsá-los a pontapés.

E como é que faz? Em primeiro lugar, santidade pessoal, pois a História é feita pelos santos (Gn 16, 26), com oração e penitência, confissão e comunhão – caso contrário, é hipocrisia. Depois, estudar para conhecer a realidade das coisas e poder AGIR – isso mesmo, o importante é lutar!

Veja o exemplo do Zé. Ouvia Missa e o padre elogiou o abortista e criptocomunista Barack Hussein Obama. Zé não teve dúvidas: finda a cerimônia, foi tirar satisfações com o sacerdote de satanás na sacristia. Ante a resoluta catadura de Zé, o padre balbuciou uma desculpa e se mandou, para nunca mais ser visto por lá.

Entendeu bem? É assim que se faz: pé no traseiro destes canalhas! Chega de bom-mocismo com comunista, chega de andar abraçado com traficante, chega de diálogo com estuprador. Aliás, os comunistas riem da sua ingenuidade burguesa.

Ah! isso é exagero, estas palavras não são para mim, eu sou filho da Igreja, não roubo, não minto, não traio…

“Ó Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens, ladrões, desonestos, adúlteros, nem como este cobrador de impostos. Eu jejuo duas vezes por semana, e dou o dízimo de toda a minha renda.”

Mas Cristo vocifera: hipócrita, sepulcro caiado, as prostitutas entrarão no Céu antes de você! Em fúria, grita:

– Já há cadáveres! Vada a bordo!

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Pobres e Endividados

A maior carga tributária do mundo…

Os juros mais altos do mundo…

A tarifa de celular mais cara do mundo…

Santa Edwiges, padroeira dos pobres e endividados…

Padroeira dos brasileiros…

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Santa Teresa

“A Igreja Católica oprime a mulher!”

“Dona de casa é escrava!”

“Liberdade para a mulher!”

“Abaixo o casamento! Abaixo o sutiã!”

“Onde já se viu dizer que ‘o marido é a cabeça da mulher’?!”

Fruto do sex lib de Marcuse e seus comparsas, a onda de revolta contra a castidade cristã encontrou gigantes ajudantes-anão da estatura de Kinsey, o pedófilo, secundado maciçamente pela mídia de massa, pela indústria cultural e pelo sistema educacional. O resultado está aí: famílias destruídas, filhos sem pai e o aborto a pedido.

Por que esta turma não divulga a vida de Teresa de Ávila, cuja festa se comemora hoje? Por que não divulgam os ensinamentos desta Doutora da Igreja? Por que calam sobre o impacto da reforma da ordem carmelita feita por ela? Por que não falam sobre as suas filhas espirituais, Edith Stein e Santa Teresinha? Por que silenciam sobre a autonomia das mulheres dentro da Igreja?

Para quem não sabe, a Igreja, desde o nascimento, foi a grande defensora da mulher. No casamento, por exemplo, sempre afirmou que se o homem for impotente, a cerimônia de casamento simplesmente não valeu. Qual a instituição que foi tão longe na defesa da mulher?

Mas a vida é assim mesmo, cai-quem-quer.

O homem moderno perdeu o senso das proporções e já não consegue enxergar a realidade advinda das realizações. Prefere Betty Friedan a Teresa, Marcuse a Edith, Marx e seus demônios a Cristo e Seus anjos.

Prefere o discurso de ódio à poesia de São João da Cruz:

– “No entardecer da vida, sereis arguidos sobre o Amor.”

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O Concílio Amordaçado

O Concílio Vaticano II começou no dia 11 de outubro de 1962. Foi um Concílio amordaçado; amordaçado pelo maldito pacto de Metz, acordo pelo qual o Concílio silenciaria sobre o comunismo em troca da participação de alguns observadores da Igreja Ortodoxa Russa em nome do “ecumenismo”.

As consequências deste silêncio são sentidas por nós até hoje: na América Latina, sob o véu deste silêncio cúmplice, a Teologia da Libertação nasceu, lançou profundas raízes e vai muito bem, obrigado.

O que resta ao católico brasileiro, a mim, a você, cara leitora, caro leitor, pessoas de bem, pessoas simples e sem poder, interessadas no bem comum, inquietas pela pasmaceira que tomou conta da Igreja no Brasil frente ao mal causado aos nossos irmãos indefesos? O que fazer para expulsar da Igreja estes ateus disfarçados de padres?

O de sempre, o mesmo norte que orientou os santos: orar e se sacrificar, estudar e… agir!

Orar e fazer penitência são ensinamentos tirados da própria vida de Nosso Senhor Jesus Cristo. E repetidos inúmeras vezes por Maria em suas aparições.

Estudar é necessário para não agirmos loucamente e trabalharmos inocentemente para o inimigo. Temos que ter a plena consciência da nossa atuação histórica. Caso contrário, seremos mais alguns inocentes úteis, que faziam a alegria de Lênin. O Catecismo está aí, os ensinamentos de Olavo de Carvalho estão aí, estão aí os combativos padres Paulo Ricardo e Lódi, não falta material de estudo.

E… agir!

Mas quem sou eu, sem dinheiro, sem influência, lutando para pagar as contas, no país do juros mais altos do mundo, da tarifa telefônica mais alta do mundo, da maior carga tributária do mundo, da maior taxa de criminalidade do mundo?

Deus não nos pede impossíveis. Só nos pede para fazermos o que pudermos dentro das nossas possibilidades. Não pense em mudar o mundo, este pensamento é totalitário. Pense em mudar, em primeiro lugar, a você mesmo e em segundo lugar em atuar no seu círculo de relacionamentos.

Veja, por exemplo, a atitude do meu amigo Zé. Ao ouvir um padre numa homilía tecer elogios ao abortista e criptocomunista Barack Hussein Obama, Zé não teve dúvidas: interpelou o sacerdote na sacristia. O padre, ante a resoluta catadura do meu amigo, balbuciou uma desculpa e se mandou, para nunca mais ser visto por lá.

Este padre já prestou contas a Deus. Tenho certeza que, na sua batalha final, valeu mais a dura reprimenda de Zé do que os silêncios cúmplices e covardes de tanta gente que o ouviu e calou por comodismo.

Vamos seguir o exemplo do meu amigo. Vamos agir para livrar a nossa Igreja destes invasores. Ela é nossa, pertence aos homens e mulheres de bem.

– Santa Maria, Mãe da Igreja, rogai por nós!

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São Francisco de Assis

São Francisco de Assis é uma das maiores figuras da história da humanidade. Converteu-se aos 24 anos de idade, faleceu aos 44, e, neste meio-tempo, dedicou-se a perscrutar e a fazer a vontade de Deus, numa divina disputa de amor, onde, à medida em que mais conhecia e mais fazia a vontade de Deus, mais era por Ele recompensado com mais amor, mais sabedoria e mais felicidade. Por seguir o ensimento de Cristo “como algúém pode amar a Deus, a quem não vê, se não ama o seu irmão, a quem vê?” ficou conhecido por sua extrema caridade, extensiva às coisas criadas, natureza e animais. A sua festa, no dia de hoje, é também a festa dos animais.

Por isso, é um santo particularmente querido mesmo por aqueles refratários à Igreja.

Conheço muita gente que, compreensivelmente, prefere a companhia dos animais à dos homens.

Compreensivelmente porque as coisas vão muito mal mesmo. Traições, deslealdades, rasteiras, facada nas costas, ingratidões, indiferenças, invejas – barbaridades das quais todo brasileiro é vítima diuturna.

Tudo isso nos leva a pensar no nosso papel de cristãos. Etimologicamente, cristão significa seguidor de Cristo, ou seja, alguém disposto a fazer o que Cristo fez, a dar a vida pelos irmãos. Quantas pessoas você conhece que, num momento extremo, estão dispostas a dar a vida por você?

Hein?!

Nenhuma?

Então você não conhece nenhum cristão!

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