Sete Alegrias

"Alegra-Te, Cheia de Graça…"

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Viktor Frankl e o sentido da dor

Viktor Frankl criou a logoterapia, teoria segundo a qual os problemas psicológicos devem ser resolvidos buscando o sentido da vida. De acordo com Frankl, os acontecimentos, em si, têm importância relativa; muito mais importante é a resposta que damos a eles.

A frase que melhor define a logoterapia é de autoria desconhecida e foi citada por Stephen Covey no prefácio de Priosoners of Our Thoughts, livro de Alex Pattakos.

“Entre o estímulo e a resposta, há um intervalo;

Neste intervalo, reside a liberdade de escolher a nossa resposta;

Na nossa resposta, residem o nosso crescimento e a nossa felicidade.”

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Conheça mais vendo a entrevista A descoberta de um sentido no sofrimento.

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Pobres Gordos

Segundo estudo recente, a quantidade de obesos (denominação politicamente correta para gordo) cresceu assustadoramente nos países em desenvolvimento (denominação politicamente correta para país pobre) de 1980 para cá.

Ué?! Não ia todo mundo morrer de fome? A comida não ia acabar? Não era esse o discurso dos alarmistas anti-natalidade? Este fato derruba mais um argumento dos superpopulacionistas.

A verdade, porém, é que o tema vai muito além do que uma simples argumentação, porque não se deve argumentar com esta turma. Quando se fala em superpopulação, a pergunta implícita em todos os argumentos é “Quantas pessoas cabem no mundo?”

Esta pergunta não pode ser aceita, porque esconde uma armadilha. Quando você a aceita, implicitamente está aceitando a idéia de que alguém sabe a resposta e, portanto, alguém pode controlar a natalidade. E, implicitamente, você está aceitando também a autoridade deste alguém – normalmente, o governo. Esta perversa estratégia foi friamente forjada por cientistas sociais e muita gente, de boa fé, cai na cilada.

Não caia na arapuca. Em vez disso, denuncie a técnica de manipulação psicológica subjacente e jamais – jamais! – argumente. Falta de comida, falta de água, falta de energia, falta de espaço, a terra não vai aguentar o peso, vai sair de órbita, vai cair no chão, vai trombar com a lua, tudo mentira, conversa pra boi dormir, o que o seu interlocutor quer é que você aceite a pergunta, entre no debate, e, assim, sem perceber, já terá perdido a batalha, mesmo se vencer a discussão.

Só quem tem a resposta para esta pergunta é o casal, são os pais, os responsáveis por trazer ao mundo novas vidas e sustentá-las. Não é da conta de mais ninguém – estado, governo, religião, ciência, ninguém! Afinal de contas, quem vai prover o sustento do filho é o casal, e não a mãe-terra, nem o pai-estado, muito menos Deus vai fazer o trabalho dos outros.

E, como dizem sabiamente os americanos, quem não pode comprar as fraldas não deve se casar.

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“Eu faço viver”

A entrevista do Papa Francisco jogou gasolina na fogueira do tema aborto.

Para mim, a questão é bem simples: a vida começa na fecundação. Trata-se de um dado básico de biologia. “Se um óvulo fecundado não é por si só um ser humano, ele não poderia tornar-se um, pois nada é acrescentado a ele.” (Prof. Jerôme Lejeune)

O resto, é papo furado.

Questão de saúde pública, direito da mulher ao corpo, má formação, aborto para pobre porque pobre nasce bandido, gravidez indesejada, estupro, falta de dinheiro, sobra de dinheiro, nada disto justifica tirar a vida de um ser humano inocente e indefeso. Aliás, quem mais inocente e indefeso?

Deus é o senhor da vida (Eu faço morrer e Eu faço viver – Dt32, 39), e para haver vida é preciso uma mulher, um homem e a vontade de Deus. Sem esta terceira condição, não há vida. Portanto, esta vida dada por Deus – inocente e indefesa – não pode ser tirada.

Sob que acusação foi decretada a sentença de morte contra um inocente no seio da sua mãe? Qual foi o seu crime para receber tão grave pena?

Todos estes argumentos são válidos para pessoas de bem, de boa vontade, inocentemente enganados pela mídia de massa, pela indústria cultural e pelo sistema educacional. Não devem ser usados contra ativistas porque estes nada têm de inocentes. Sabem muito bem que a discussão do tema aborto é, na verdade, uma técnica de manipulação psicológica, que consiste em fazer você aceitar um tema inaceitável (no caso, o assassinato de um ser inocente).

NÃO DISCUTA COM ABORTISTA, NÃO ACEITE O DEBATE, SE ACEITAR JÁ TERÁ ENTRADO NO JOGO E JÁ TERÁ PERDIDO A LUTA.

Esta é a minha opinião e, sempre que posso, a manifesto.

Se você pensa como eu, manifeste também a sua opinião e colabore para acabar com a matança de tantos seres inocentes e indefesos, pois o que fizermos a um destes pequeninos, é a Cristo que estamos fazendo.

Fale, fale bastante, grite se for preciso. “Quem Me confessar perante os homens, Eu o confessarei perante o Meu Pai nos céus.”

Controle Populacional, Controle Mental

Glórias de Maria é o título do mais famoso livro de Santo Afonso Maria de Ligório, cuja festa é comemorada hoje. O autor foi bispo, escritor, teólogo, filósofo, fundador dos Redentoristas, doutor da Igreja – só para resumir. A obra é um clássico da espiritualidade, escrito em parte para defender a devoção mariana, sob ataque na época – século XVIII – e composto por orações e devoções marianas, repleto de exemplos históricos da intervenção de Nossa Mãe.

Chama a atenção na vida deste santo o fato de pertencer a uma família numerosa. Os grandes benfeitores da humanidade sempre tiveram muitos irmãos, observa Jacques Leclerq em seu livro A Família.

A família com muitos filhos hoje é atacada. É politicamente incorreta. Não vou me ater aos falsos argumentos embutidos nas mentes distraídas por meio da mídia de massa, escolas e indústria cultural. São pessoas adestradas por engenheiros sociais, cuja arrogância só perde para a ignorância. Vou ao núcleo do problema.

Tudo começou na década de 1950, quando os malucos da Nova Ordem Mundial, ávidos por implantar uma ditadura internacional, resolveram diminuir a população do mundo – talvez porque seja mais fácil controlar menos gente – e investiram pesadamente no controle populacional. São eles os financiadores dos engenheiros sociais.

A Igreja, por seu lado, repete o ensinamento de sempre: a responsabilidade pela decisão quanto ao número de filhos é do casal, de ninguém mais – nem de ditadores, nem de governos. Evidentemente, sob critérios cristãos.

Em primeiro lugar, os filhos são uma benção. Se o amor é fértil, os frutos do amor conjugal são os filhos. Quando a mulher ama de verdade, pensa “Gostaria de ter um filho deste homem”.

Em segundo lugar, a pobreza, entendida como despreendimento dos bens materiais, é um exemplo deixado pelo próprio Nosso Senhor Jesus Cristo. No Brasil, infelizmente, o dinheiro passou a ser o critério número um, o norte dos relacionamentos. Francis Ford Copola, em recente passagem pelo país, observou “Alegria used to be the most important thing in Brazil; now, the most important thing is money”. Isto mesmo, falou “Alegria”, em português. O casal deve escolher entre juntar dinheiro e ter filhos. Realmente, é uma equação difícil de resolver.

Em terceiro lugar, os melhores educadores são os irmãos. Um cuida do outro, um ensina o outro, um faz companhia para o outro. Que infelicidade ser filho único!

Por fim, vale a pena lembrar o pensamento de Santo Agostinho: o matrimônio tem a dupla finalidade de dar livre curso ao amor conjugal e perpetuar a espécie. Este é um argumento clássico, e é contra ele que investe a Nova Ordem Mundial, pois sabe que a família numerosa é a base da civilização cristã, alvo de sua sanha destruidora.

Está em suas mãos decidir: Igreja ou Nova Ordem Mundial, liberdade ou ditadura, filhos ou dinheiro.

Peça ajuda a Maria, Mãe e Esposa.

A pergunta que não pode ser feita

A personalidade da semana foi, sem dúvida, o Papa Francisco. A presença de um Papa – por sua importância, simbolismo, peso histórico, liderança e tudo o mais – é, por si, algo extraordinário. Além de tudo isso, Francisco, com a sua simpatia, simplicidade, bom humor e presença de espírito, é um Papa amigo, a quem as mães entregam com confiança os seus bebês e a quem os fiéis querem abraçar. Devemos a sua agradável presença à Jornada Mundial da Juventude, evento concebido para animar as tenras vocações cristãs.

É bom que assim seja, enquanto ainda há jovens. O avanço das políticas de controle de natalidade em todo o mundo está reduzindo populações inteiras, a ponto de culturas européias estarem desaparecendo simplesmente por falta de gente. O mito da superpopulação – teoria propagada pela Nova Ordem Mundial a partir dos anos 1950 – tem enganado muita gente.

Para quem não sabe, a Nova Ordem Mundial, ou Clube Bilderberg, são algumas centenas de bilionários desejosos de implantar um governo mundial, ou melhor dizendo, uma ditadura mundial. Para isto, precisam destruir o Ocidente (leia-se cristianismo) e têm usado diversas armas. A mentira da superpopulação é uma delas, na qual muita gente bem intencionada tem caído por pura ignorância.

A pergunta embutida por trás da superpopulação é “Quantas pessoas cabem no mundo?” Esta é a pergunta que não pode ser feita porque esconde uma armadilha. Trata-se de uma técnica de manipulação psicológica: consiste em fazer com que você aceite uma discussão inaceitável. Se você aceitar a discussão, já terá perdido o debate, seja quais forem os seus argumentos.

Vou dar um exemplo: se alguém quiser discutir com você a honestidade – com o perdão da palavra – da sua mãe, você vai aceitar? Evidentemente não, pois alguns assuntos não são passíveis de discussão.

A pergunta “Quantas pessoas cabem no mundo” pressupõe que alguém sabe a resposta e, portanto, algum órgão tem a capacidade de controlar o crescimento da população. Necessariamente, o governo – e um governo mundial. Tentar responder a esta pergunta é dar a vitória aos globalistas. Em vez disso, denuncie a perversa técnica psicológica embutida.

Na verdade, não interessa a resposta, pois ninguém tem a capacidade – muito menos o direito – de mandar na vida dos outros. Vale aqui, mais uma vez, o Magistério da Igreja: o número de filhos é responsabilidade única e exclusiva do casal. Não é do padre, nem da Igreja, nem do governo, nem de ninguém. É do casal! Só eles sabem quantos filhos podem sustentar. O resto é papo-furado, lenga-lenga pega-trouxa. Não caia nesta armadilha. Não argumente com cientistas sociais desejosos de destruir a sua mente. Não se deixe manipular por estratégias de controle psicológico.

Mais uma vez, a Santa Madre Igreja é a nossa única esperança. Neste tempo propício, rezemos a Maria pela Igreja, rezemos pelo Papa e rezemos pela juventude.

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