Sete Alegrias

"Alegra-Te, Cheia de Graça…"

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Aniversário da lei da pedofilia

Hoje é um dia muito triste. É aniversário da lei da pedofilia, a lei federal número 12.594, de 18 de janeiro de 2012, que “institui o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase)” e “regulamenta a execução das medidas socioeducativas destinadas a adolescente que pratique ato infracional”. O artigo 68, no capítulo referente às “visitas a adolescente em cumprimento de medida de internação”, diz:

“É assegurado ao adolescente casado ou que viva, comprovadamente, em união estável o direito à visita íntima.”

Entendeu direito? Leia de novo. É isso mesmo. Um adulto pode comprovar a sua união com um adolescente e pronto, está legalizada a pedofilia. É a velha tática de “comer pelas beiradas”, do avanço lento e ineroxável da hegemonia cultural esquerdista, do ataque lateral, nunca o ataque frontal para não dar na vista, quando perceberem já está feita a porcaria. Esta lei é o primeiro passo para fazer com que a pedofilia seja considerada um comportamento normal.

Como foi aprovada uma lei deste tipo? Simples: conforme ensina o professor Olavo de Carvalho, as leis já chegam prontas da ONU. E, se não passasse em forma de lei, o assunto voltaria por meio de portaria, decreto, regulamento, instrução normativa ou qualquer outra figura legislativa que aceitaríamos sem sequer saber da sua existência. Absurdo?

Sim, absurdo mesmo, porque o absurdo faz parte da estratégia psicológica para quebrar a nossa inteligência e a nossa vontade e fazer com que aceitemos as maiores barbaridades sem reclamar. O próprio fato de, aparentando a maior boa vontade, trazer para o debate público o tema, já é, em si, parte da estratégia para a implantação desta praga. Já reparou que, no âmago do debate, está uma coisa chamada eufemisticamente de “idade de consentimento”? Quando você aceita o debate, já caiu na arapuca, logo logo estará discutindo uma idade de consentimento de 16, 10 ou 5 anos de idade, primeiro passo antes de dizerem que, desde o seio materno, o feto já tem desejos sexuais e ninguém pode negar-lhe este “direito”. O “direito” ao “amor intergeracional” – preste atenção neste termo, logo logo vai entrar em circulação.

Cadê as nossas lideranças cristãs? Cadê os brasileiros de valor? Se você for esperar por eles, pode esperar sentado. Não percebeu ainda que a luta é com você? É o futuro da sua família, dos seus filhos e netos que está em jogo. Estude o assunto, material não falta (Mídia Sem Máscara, Júlio Severo, Padre Paulo Ricardo) e venha para a luta.

Caso contrário, daqui a alguns anos, quando a pedofilia estiver plenamente legalizada e for considerada normal e até elegante, você será preso se reclamar contra um pedófilo.

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Uma Vida a Cada Dez Minutos

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgou que no ano passado houve 50.108 assassinatos no Brasil, ou seja, um assassinato a cada 10 minutos e meio – sem contar as vítimas dos crimes sem solução, que não são considerados homicídios (?!).

Vou repetir: a cada 10 minutos e meio um brasileiro é assassinado!

Como é que chegamos a este ponto?

É muito fácil: vire as costas para Deus, prefira o vício à virtude, dê ouvidos ao canto de ódio da sereia comunista, admire a “Constituição-Cidadã” do Estado-Papai-Noel (que dá tudo a todos, com o nosso dinheiro), o Estado-Pai-dos-Pobres (e Mãe dos Ricos), dê o seu voto a abortista, se intoxique com bastante novela, valorize o título universitário no lugar do verdadeiro conhecimento, isso  mesmo, viva no mundo das aparências, erga bem alto o muro do seu condomínio, coloque vidro escuro no carro (blindagem de pobre), vá se afastando das pessoas, use a técnica do avestruz, enterre a cabeça na areia, faça de conta que não está vendo, fique no seu mundinho cor-de-rosa, cada um pra si e Deus pra todos, o importante é ganhar dinheiro, ah! as boas amizades…

E assim, graças ao ódio do brasileiro ao conhecimento e à sua esperteza de matuto – a esperteza demoníaca, simulacro da verdadeira inteligência, dom de Deus – o Brasil vai aderindo à agenda esquerdista, engolindo o que a mídia de massa, o sistema educacional e a indústria cultural vai enfiando na nossa garganta: divórcio, feminismo, aborto, sex lib, drogas, estatismo, ateísmo e tudo o que não presta.

(Sociedade atéia não existe. Aristóteles ensinou: todos os povos têm religião. Logo, o ser humano é um ser religioso. Olavo de Carvalho completa: uma ideologia que tente implantar o ateísmo só consegue criar um vácuo que logo será ocupado por outra religião – no nosso caso, o Islã vem aí.)

A cada 10 minutos e meio um brasileiro é assassinado… na verdade, o número é bem maior, porque o que não falta é crime sem solução. Aliás, como é que a polícia vai investigar um assassinato a cada 10 minutos? A segurança pública não é mais problema de polícia, você não percebeu ainda? É problema seu, é problema meu, é problema das pessoas de bem, está na hora de nós dois fazermos alguma coisa, o governo não vai fazer nada, porque o nosso governo é socialista, ante-câmara do comunismo, do comunismo que tem ódio a Deus; o governo faz parte do problema, não da solução. Precisamos de menos governo, não mais. Toda esta bagunça foi longamente planejada e ardentemente desejada por comunistas e socialistas, por Marx e Engels, e por Marcuse e Gramsci – que belo quarteto!

Este blog já cansou de dar a solução: você precisa estudar, precisa se informar para poder agir, leia Olavo de Carvalho, ouça o Padre Paulo Ricardo, ouça o Padre Lódi, estude o milagre de Fátima (“A Rússia vai espalhar os seus erros pelo mundo”) e, o mais importante, volte à vida de virtude – Vada a Bordo!

Mas não, o brasileiro prefere ser o avestruz, prefere não ver a realidade das coisas porque é dura demais, prefere não saber o que é o Foro de São Paulo, muito menos o que é a Sociedade Fabiana, prefere não ver a ação demoníaca no mundo, prefere fletar com a teologia da libertação (são bem criativos estes cínicos comunistas), prefere o bom-mocismo da amizade com os poderosos, prefere andar abraçado com o capeta, prefere cuidar das suas coisinhas, prefere o seu quente cantinho, prefere o seu condomíno cor-de-rosa…

… até que um traficante, um estuprador ou um assassino vem trazê-lo de volta à dura realidade da vida…

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Maria Aparecida

Hoje é dia de Nossa Senhora Aparecida. É dia de agradecer. Gratia plena.

Agradecer pela terra que ela nos deu, por suas belezas naturais – as “belezas sem dono” de Riobaldo – e pela abundância de recursos.

Agradecer pelo povo que deu Villa-Lobos, Gilberto Freyre, Guimarães Rosa e o maior dos poetas – “Só pelo fato de poder ler Manuel Bandeira no original já vale a pena ter nascido brasileiro” (Bruno Tolentino).

Agradecer pelos combativos Olavo de Carvalho, Padre Paulo Ricardo e Padre Lódi. Eu, particularmente, agradeço por Luiz Gonzaga Bergonzini, de quem tive o privilégio de ter sido amigo.

Agradecer pelos incontáveis desconhecidos que ainda lutam pela decência e que ainda conhecem o significado da palavra “Pátria” num país transformado em hospício onde o crime virou norma.

Vamos agradecer enquanto lutamos. Oxalá não ouçamos a frase de Cristo:

– Ué?! Não foram dez os leprosos curados? Só um voltou para agradecer?

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Outubro Vermelho, Outubro Azul

No dia 13 de outubro de 1917, em Fátima, Maria realizou o maior milagre de todos os tempos: a dança do sol, testemunhada por 70 mil pessoas, fantástico fenômeno astronômico com cerca de dez minutos de duração. O principal objetivo das aparições da Virgem foi avisar sobre o perigo russo.

“… virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração… Se atenderem ao meu pedido, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará os seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições: os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas…”

No mesmo mês, na Rússia, os revolucionários lançavam o ataque final contra a monarquia.

Nossa Senhora construiu um outubro azul, cor do céu de Fátima, cor do seu manto.

Lênin e os seus sequazes produziram um outubro vermelho, cor de sangue, sangue que corre até hoje.

No mês de aniversário do milagre de Fátima, é oportuno recordar os ensinamentos de Jean Daujat no clássico livro Que é o Comunismo.

O Comunismo segue uma filosofia (o Marxismo) que tem uma concepção totalitária do homem e do seu destino; é um guia de vida e de ação para a humanidade; é decorrente dos (difíceis e pouco lidos) escritos de Marx, Engels e Lênin, e deve ser analisado como sistema filosófico, e não como sistema político, econômico, social, intelectual ou religioso. É o fruto acabado do pensamento moderno – ou seja, é a oposição radical ao pensamento cristão tradicional. A Encíclica “Divini Redemptoris”, do Papa Pio XI, declarou o Comunismo “intrinsecamente perverso”.

A primeira convicção fundamental do pensamento tradicional é que a afirmação humana tem um sentido; sim e não (“sim, sim; não, não” – Mt, 5, 37) são palavras com um sentido, e não podem ser trocadas uma pela outra. Há uma verdade e um erro que não se confundem. A primeira das convicções fundamentais do pensamento comum será, então, a dependência da nossa inteligência perante a verdade ou a realidade a conhecer. A segunda é que existe bem e mal, e que é necessário procurar o bem e amá-lo. Mais uma vez, da convicção fundamental do pensamento comum surge uma afirmação de dependência: a dependência da nossa vontade em relação ao bem amado e desejado. A submissão ao objeto é a lei espontânea da consciência humana que o pensamento moderno se esforça por destruir e o Marxismo tenta derrubar totalmente. O fundamento do pensamento cristão é a afirmação da dependência radical do homem perante Deus.

Esta é a idéia a que se opôs gradualmente o pensamento moderno até chegar o Marxismo com a sua negação radical.

O pensamento moderno é dominado pelo Idealismo (Descartes, Kant, Fichte e Hegel), que supõe o espírito humano a viver exclusivamente das suas lucubrações, indiferente à realidade tal qual é. Na raiz de todo o pensamento moderno há um alarde de orgulho, uma recusa à submissão ao objeto. E a negação dum objeto de que dependa conduz fatalmente à ação pura (Pragmatismo): se não há verdade a contemplar, mas apenas construções do espírito, só resta atuar. No Idealismo absoluto (Hegel) não há realidades – a Idéia é tudo. A dialética hegeliana, com suas três fases: tese (aparecimento da ideia), antítese (a contradição) e síntese (ponto de partida duma evolução nova), prega que a idéia está em constante ação revolucionária (nega, contradiz, muda, torna a História perene revolução). Não há verdade estável hoje, ontem ou amanhã; há apenas a ação, que faz a História. Hegel é o fulcro de todos os totalitarismos.

A filosofia marxista, entretanto, se opõe ao Idealismo; as idéias simples são produto da evolução das forças materiais no cérebro humano, de modo que são as forças materiais o verdadeiro agente criador da História. A idéia – que foi tudo para Hegel – nada vale para Marx se não resultar dum cérebro condicionado pelas forças materiais: é o materialismo integral (materialismo histórico e dialético, onde ainda vale tese, síntese e antítese).

Para Marx, nenhuma verdade merece um sim ou um não que dê sentido à afirmação feita: afirmar ou negar integram-se na própria contradição. Sem verdade estável, a evolução justificará amanhã a negação do que hoje ficou dito. O princípio fundamental do Marxismo é a negação de que o absoluto exista. O homem, para Marx, não é mais do que a ação material que exerce. Logo, o homem existirá tanto mais e será tanto mais homem quanto mais poderosa ação exercer. Veja-se como o Marxismo se opõe neste ponto ao Cristianismo: este considera o homem criado por Deus e dotado por Deus duma natureza estável que lhe permite ser e conservar-se homem; o Marxismo supõe o homem criado por si mesmo, gerador da própria existência e em permanente modificação. Não há forma de negar mais completamente Deus do que esta negação de toda a existência que de Deus possa advir, para reconhecer unicamente uma ação transformadora. Para Marx, conhecer nada é, atuar é tudo: não existe um bem a amar, só existe uma ação (revolucionária) a prosseguir. O Marxismo é recusa definitiva de todo o amor como de toda a verdade.

No exercício da Ação Marxista, o Estado Comunista pode aceitar o que rejeitou antes, se for conveniente. Daí advém uma série de posições contraditórias determinadas pelas exigências imperativas da ação e que surpreenderão apenas os que desconheçam a dialética e a lógica interna do Marxismo. Propriedade, pátria, família e religião são manipulados conforme convier. A essência permanece na ação revolucionária destruidora, incluindo a luta de classes. (A quem acredita que o Comunismo acabou com a queda do Muro de Berlim, é oportuno lembrar a pergunta do Padre Paulo Ricardo “Se o Comunismo acabou, por que o Papa está pregando contra?”)

O autor encerra o livro propondo uma escolha: Comunismo ou Cristianismo. Das duas, uma: “orgulhosa embriaguez da ação revolucionária a dominar o mundo ou dádiva de cada um à cidade de Deus”. Não há possibilidade de convivência entre os dois pensamentos.

Santo Agostinho diria: dois amores criaram dois outubros. O amor a si, até o desprezo de Deus, criou o outubro vermelho. O amor a Deus, até o desprezo de si, criou o outubro azul.

– Eis aqui a Escrava do Senhor…

Contas a Deus

No dia 29 de julho de 1979, o filósofo alemão naturalizado americano Herbert Marcuse prestou contas a Deus. Certamente, a conversa foi longa, pois o homem foi um dos pensadores marxistas mais influentes do século XX.

Marcuse nasceu em Berlim, em 1898. Foi um dos maiores expoentes da Escola de Frankfurt – para quem não sabe, esta entidade foi o berço do marxismo cultural. Em 1934, fugindo da perseguição nazista, chegou aos Estados Unidos, onde lecionou e escreveu, e é cultuado até hoje pela esquerda. A sua obra mais conhecida é Eros e Civilização. Foi um dos ideólogos da revolução sexual dos anos 1960.

Quando o marxismo se mostrou impraticável no ocidente, Marcuse, em vez de se render à realidade, procurou um jeito de substituir o proletariado como classe revolucionária. Cabeça de marxista é assim mesmo; se a realidade não se ajusta ao seu pensamento, dane-se a realidade; procuram fazer a realidade se ajustar à sua teoria. Em vez de um substituto, encontrou três:

1) Os intelectuais e estudantes revoltados, inconformados com a falta de reconhecimento da sua alta importância (segundo eles) pela sociedade;

2) Os revoltados com qualquer coisa, principalmente no âmbito sexual e

3) Os marginais em  geral: bandidos, viciados, estupradores etc.

São estes os verdadeiros revolucionários, são eles quem devem destruir a sociedade ocidental, cristã, e não os proletários; a nova classe revolucionária é definida pelas frustrações psicológicas, não pela desvantagem econômica.

Você entende agora de onde vem o incentivo à criminalidade e a tudo o que não presta?

Os canais por onde esta linda teoria se espraia são a mídia de massa, o sistema educacional e o show bizz – evidentemente, há muita gente boa nestes três segmentos, mas estão à mercê das lideranças comunistas e pouco podem fazer. Alguns exemplos, no Brasil: desarmamento da população civil, criminalização da ação policial, leniência com a delinquência juvenil, tolerância com a violência escolar e muitas outras porcarias, tudo para destruir a sua família. Fique de olho, analise bem os acontecimentos e você conseguirá identificar a influência deste filósofo no seu dia a dia.

Para as pessoas de bem, desejosas de fazer alguma coisa pela sociedade e por sua família, só há uma saída: estudar este e outros temas para se informar e poder lutar. Caso contrário, você será mais um bobão na mão dos outros, colaborando inocentemente com o inimigo. Para saber mais sobre este assunto, veja o artigo Primores de Ternura – 2, do filósofo Olavo de Carvalho, e ouça a faixa Marxismo Cultural, do livro-áudio Terapia das Doenças Espirituais (ISBN: 1898943143235) – Editora Ecclesiae, do Padre Paulo Ricardo.

No dia 29 de julho de 1979 Marcuse deu contas a Deus. Foi com a caderneta cheia. Não sei qual foi o seu destino, mas de uma coisa eu tenho certeza: esteja onde estiver, contempla, pensativo, as amargas consequências de suas tresloucadas teorias.

Brígida – esposa e mãe

Hoje é dia de Santa Brígida, padroeira da Suécia, copadroeira da Europa, mãe de 4 meninos e 4 meninas – uma delas santa – escritora, teóloga, fundadora de monastério e mística – ufa! Nasceu em 1303 e morreu em 23 de julho de 1373, em Roma. Ficou conhecida por sua atuação política, na qual era orientada diretamente por Deus, por meio de visões e sonhos.

A política, entendida como a interação entre as pessoas visando o bem comum, é uma obrigação inescapável não apenas para os santos, mas para todos nós. Mesmo os ostras, pessoas fechadas em si mesmas e refratárias a quaisquer preocupações sociais, têm uma atitude política – no caso, a indiferença, a pior de todas as posturas políticas. Temas de debate público, como o aborto, não lhe interessam. Mas quando o governo mete a mão no seu dinheiro… epa! Aqui não! – aí ele fica uma fera. Lênin pregava o domínio sobre as populações por meio do imposto de renda progressivo. Vai reclamar do que se não quer lutar?

Brígida tinha Deus orientando-a diretamente. E a nós, simples criaturas normais, quem vai nos orientar, esclarecer e ensinar? João Bosco fez esta mesma pergunta em uma visão que teve quando ainda era criança e estava preocupado com os seus amiguinhos de rua, desamparados e órfãos, candidatos certos à vida de crime. A aparição disse ao menino para educar aquelas crianças. João Bosco perguntou “Mas quem vai me ensinar, se eu mesmo não sei?” Vou lhe dar uma Mestra, e só então João Bosco percebeu, ao lado dele, uma Senhora de indescritível beleza.

Maria deve ser a nossa primeira orientadora. É a ela a quem devemos dar ouvidos, estudando as suas aparições, rezando o terço e pedindo ajuda. Mãe da Igreja, ela nos deu o Catecismo, doutrina segura para nos orientar em caso de dúvida. Quando, por exemplo, um vigarista disfarçado de padre da auto-proclamada teologia da libertação – que não é teologia, muito menos de libertação, bem ao contrário, da escravidão porque marxista – diz alguma besteira, o Catecismo está aí para ser consultado e nos ajudar.

Em segundo lugar, alguns nomes se destacam no Brasil. Nas ciências políticas, o filósofo Olavo de Carvalho; no jornalismo, o site Mídia Sem Máscara e Reinaldo Azevedo; na atuação pública, os combativos Padre Lódi da Cruz e o Padre Paulo Ricardo. Não estou dizendo que estes homens são infalíveis, nem santos, nem têm a autoridade da doutrina da Igreja em todos os seus atos. Estou citando-os como fontes a serem estudadas. Aliás, eles próprios são os primeiros a reconhecer isto.

E, evidentemente, os ensinamentos do Papa devem sempre ser ouvidos e estudados. Rezemos a Santa Brígida, especial devota de Maria – qual santo não o é? –  copadroeira da Europa com Santa Catarina de Sena e Edith Stein, para guiar as palavras do Santo Padre em sua visita ao nosso país.

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