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Ainda a mídia, a lei e a confusão

(Veja antes o post anterior)

Além de ser uma manobra de engenharia social, o episódio vem jogar lenha na fogueira da pedofilia, mais notadamente com relação à “idade de consentimento”. Quatorze anos? Doze? Por que não cinco? Ou nenhuma idade, desde o berço?

A pedofilia já avança a passos largos. As próximas etapas, alertou Olavo de Carvalho em recente hangout, são a bestialidade e a necrofilia.

Boa sorte a todos!

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Mídia, lei e confusão

O Fantástico mostrou ontem uma reportagem sobre um prefeito do estado do Amazonas. Segundo a denúncia, ele está envolvido com aliciamento de menores para atividades sexuais. Menores de 14 e 15 anos (1.4 e 1.5 seriam os códigos para as idades). Note bem que a ênfase está no escândalo sexual envolvendo menores de idade.

Por outro lado, a lei federal número 12.594 de 18 de janeiro de 2012, em seu artigo 68, garante a menores o direito à “visita íntima”.

Ué?!

Como é que fica este conflito?

Fica do jeito que está, porque o objetivo destes legisladores é um só: criar leis conflitantes para levar você – isso mesmo, você, cara leitora, caro leitor – à confusão, ao estado mental da incerteza, à perplexidade. É uma técnica de manipulação psicológica colocada em prática com a ajuda da mídia de massa para abobalhar e escravizar você.

Cadê os homens de leis para resolver este problema?

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Arminha de brinquedo

O governo do estado de São Paulo proibiu a fabricação e o comércio de armas de brinquedo. Que maravilha! Descobriram o responsável pelas dezenas de milhares de homicídios: o brinquedo do seu filhinho que dispara bolhas de sabão. Esta insanidade lembra a piada do marido traído que flagrou a esposa em pleno intercurso sexual com o vizinho no sofá da sala e não teve dúvidas: vendeu o sofá!

Agora falando sério: os nossos legisladores criam todo tipo de empecilho para a pessoa de bem se proteger enquanto criam leis que atam as mãos da Polícia e obrigam o Judiciário a soltar bandido. Vamos analisar os objetivos ocultos.

O que uma arminha de brinquedo tem a ver com a violência? Dizem os políticos que a arma de brinquedo é usada em assaltos; segundo esta lógica, logo logo as pessoas serão proibidas de usar roupas porque tem bandido que finge estar armado escondendo a mão sob a blusa.

Dizem também que incita a violência nas crianças. Para os defensores desta idéia, o comportamento agressivo é, em si, uma coisa má – nada de brusquidão, nada de arrancos violentos, nada de enfrentar as adversidades, a testosterona é muito ruim, precisa ser diminuída, a melhor cultura é a do bom-mocismo, do diálogo com bandido, vamos negociar como vai ser o estupro. Por isso, tentam, por meio de leis, criar uma sociedade pura, cor-de-rosa, sem armas, sem facas, sem jogos violentos, sem artes marciais, sem esportes de contato, como o futebol. Em outras palavras, a tentativa de manipular a opinião pública para impor esta ideologia pacifista e criar um novo homem “bonzinho” é um totalitarismo. Ela sim é uma violência, a maior das violências contra a natureza humana.

O objetivo do desarmamentismo é triplo: abandonar o cidadão comum à mercê dos bandidos armados, desvirilizar a população masculina (com o consequente emburrecimento, segundo Olavo de Carvalho) e, por meio de argumentos absurdos, deixar o povo apatetado para poder manipulá-lo à vontade.

Não se deixe enganar, lembre-se da frase de Groucho Marx:

– Afinal de contas, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?

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Aniversário da lei da pedofilia

Hoje é um dia muito triste. É aniversário da lei da pedofilia, a lei federal número 12.594, de 18 de janeiro de 2012, que “institui o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase)” e “regulamenta a execução das medidas socioeducativas destinadas a adolescente que pratique ato infracional”. O artigo 68, no capítulo referente às “visitas a adolescente em cumprimento de medida de internação”, diz:

“É assegurado ao adolescente casado ou que viva, comprovadamente, em união estável o direito à visita íntima.”

Entendeu direito? Leia de novo. É isso mesmo. Um adulto pode comprovar a sua união com um adolescente e pronto, está legalizada a pedofilia. É a velha tática de “comer pelas beiradas”, do avanço lento e ineroxável da hegemonia cultural esquerdista, do ataque lateral, nunca o ataque frontal para não dar na vista, quando perceberem já está feita a porcaria. Esta lei é o primeiro passo para fazer com que a pedofilia seja considerada um comportamento normal.

Como foi aprovada uma lei deste tipo? Simples: conforme ensina o professor Olavo de Carvalho, as leis já chegam prontas da ONU. E, se não passasse em forma de lei, o assunto voltaria por meio de portaria, decreto, regulamento, instrução normativa ou qualquer outra figura legislativa que aceitaríamos sem sequer saber da sua existência. Absurdo?

Sim, absurdo mesmo, porque o absurdo faz parte da estratégia psicológica para quebrar a nossa inteligência e a nossa vontade e fazer com que aceitemos as maiores barbaridades sem reclamar. O próprio fato de, aparentando a maior boa vontade, trazer para o debate público o tema, já é, em si, parte da estratégia para a implantação desta praga. Já reparou que, no âmago do debate, está uma coisa chamada eufemisticamente de “idade de consentimento”? Quando você aceita o debate, já caiu na arapuca, logo logo estará discutindo uma idade de consentimento de 16, 10 ou 5 anos de idade, primeiro passo antes de dizerem que, desde o seio materno, o feto já tem desejos sexuais e ninguém pode negar-lhe este “direito”. O “direito” ao “amor intergeracional” – preste atenção neste termo, logo logo vai entrar em circulação.

Cadê as nossas lideranças cristãs? Cadê os brasileiros de valor? Se você for esperar por eles, pode esperar sentado. Não percebeu ainda que a luta é com você? É o futuro da sua família, dos seus filhos e netos que está em jogo. Estude o assunto, material não falta (Mídia Sem Máscara, Júlio Severo, Padre Paulo Ricardo) e venha para a luta.

Caso contrário, daqui a alguns anos, quando a pedofilia estiver plenamente legalizada e for considerada normal e até elegante, você será preso se reclamar contra um pedófilo.

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Quem tem medo da filosofia brasileira?

Este é o nome de um estudo feito por Ricardo Vélez Rodrigues e indicado por Olavo de Carvalho.

No trabalho, o autor prova como, durante a Ditadura, os militares deram a grupos da extrema esquerda guerrilheira diretorias da CAPES e do CNPq na vã esperança de que depusessem as armas. Assim, os esquerdistas puderam criar a atual hegemonia cultural e alijaram do debate a direita conservadora, que ficou chupando o dedo, durante o governo militar e depois dele.

Portanto, a choradeira dos esquerdistas alegando censura durante a Ditadura não tem o menor cabimento; trata-se, nada mais nada menos, de tentar rescrever a história. Quem foi prejudicada foi a direita.

Não caia nessa lorota, leia o trabalho para conhecer os detalhes.

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A violência no Maranhão e o cachorro que engoliu o diamante

Na semana passada, a mídia deu duas notícias aparentemente desconexas. Na Inglaterra, um cachorro engoliu um diamante e a dona passou dois dias vasculhando o cocô do bicho em busca do tesouro perdido. No Maranhão, a ONU pediu ao governo brasileiro providências para conter a violência deflagrada por ordem dos bandidos presos.

Que belo quarteto nesta segunda notícia! Mídia, ONU, governo e bandidos. Ora, quem é que não sabe que a mídia de massa está nas mãos da Nova Ordem Mundial? Quem é que não sabe que a ONU é um braço da Nova Ordem Mundial? Quem é que não sabe que o governo brasileiro está sujeito às decisões da ONU? Quem é que não sabe que os marginais são a nova classe revolucionária destinada a destruir a civilização ocidental para, sobre os escombros, ser criada a Nova Ordem Mundial socialista? Todos unidos lutando contra você, cara leitora, caro leitor.

A ponta-de-lança desta estratégia é, evidentemente, a mídia de massa, cuja missão não é informar, mas exercer o controle social. Por isso, ver TV ou ler notícias nos jornais ou na internet tornou-se trabalho para estudiosos, para pessoas minimamente informadas sobre as técnicas de manipulação usadas por esta gente. Para obter notícias verdadeiras, use sites especializados (Mídia Sem Máscara, Padre Paulo Ricardo, Reinaldo Azevedo, por exemplo), e, para se tornar um estudioso, um entendido nessas técnicas de manipulação, a melhor fonte sãos os trabalhos do professor Olavo de Carvalho. Os meios de comunicação de massa, por outro lado, podem e devem ser vistos e lidos, sim, mas sempre sob um olhar crítico, buscando entender a estratégia por eles usada para a engenharia social. Imagine-se um técnico de laboratório fazendo uma análise clínica.

Faça como a dona do cachorro: examine a mídia de massa como quem examina um cocô. Faça uma minuciosa análise para ver se encontra algum tesouro escondido.

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No Brasil, ninguém tem certeza de que não é louco

Palavras do professor Olavo de Carvalho no Hangout de 21 de novembro de 2013 com Lobão, por volta dos 26 minutos.

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(…) e, por causa disso, o observador amador, que nunca estudou a coisa, que não tem a menor idéia da estratégia comunista, que nunca leu um único livro a respeito, vem com esses chavões, vem com essas frases feitas, “Ah! o comunismo acabou”, “Lula mudou” etc. Ora, quem se deixa levar por este tipo de conversa é um idiota completo. O pior de tudo: no Brasil, a autoridade do amador é uma coisa incrível.

(…)

O brasileiro é muito impressionado pelo espetáculo, pela televisão, são pessoas sem cultura, não lêem livros, são uns coitadinhos, na verdade. O coitadinho vive de buscar proteção sob imagens, sobretudo a imagem de normalidade. O que tudo mundo diz, para ele, parece o normal. Como o brasileiro é um povo inseguro – ninguém tem certeza de que não é  louco –, ele se apega a uma imagem de normalidade para ele dizer que ele é normal. Só que o desejo de parecer normal é a prova de que o sujeito é um neurótico, no mínimo.

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Sexo e Controle Social

O texto abaixo é a tradução da resenha publicada na contra-capa do livro Libido Dominandi: Sexual Liberation & Political Control, de E. Michael Jones.

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“Assim, um homem bom, mesmo sendo um escravo, é livre; mas um homem mau, mesmo sendo um rei, é um escravo. Pois ele serve, não apenas a um homem, mas, o que é pior, serve a tantos senhores quantos vícios tem.” – Santo Agostinho, Cidade de Deus

Santo Agostinho, escrevendo na época do colapso do império romano, alterou extraordinariamente e encerrou a discussão sobre a idéia de liberdade da antiguidade. O homem não era escravo pela natureza ou pela lei, como dissera Aristóteles. A liberdade era função do seu estado moral. O homem tinha tantos senhores quantos eram os seus vícios. Este insight proveria a base para a mais sofisticada forma de controle social conhecida pelo homem.

Quatorze séculos depois, em um mundo ávido por rejeitar o patrimônio intelectual do Ocidente, um aristocrata francês decadente inverteu esta tradição quando escreveu “as pessoas mais livres são aquelas mais dispostas a cometer assassinatos”. Como Santo Agostinho, o Marquês de Sade concordaria que a liberdade era função da moralidade. Entretanto, liberdade, para o Marquês de Sade, significava disposição para rejeitar a lei moral. Diferentemente de Santo Agostinho, Sade propôs uma revolução nas tradições e costumes sexuais para acompanhar a revolução política então em andamento na França. Libido Dominandi – o termo é tirado do Livro I da Cidade de Deus de Santo Agostinho – é a história definitiva dessa revolução sexual, de 1773 até hoje.

Ao contrário do pregado pela versão clássica da revolução sexual, Libido Dominandi mostra como a liberação sexual foi, desce o início, uma forma de controle. A lógica é suficientemente clara: aqueles que queriam liberar o homem da ordem moral precisavam impor controles sociais tão logo tivessem sucesso pois o instinto sexual livre de regras conduz inevitavelmente à anarquia. Ao longo de duzentos anos, essas técnicas tornaram-se cada vez mais refinadas, resultando em um mundo onde as pessoas seriam controladas, não pela força militar, mas pela hábil manipulação de suas paixões. Aldous Huxley escreveu em seu prefácio para a edição de 1946 de Admirável Mundo Novo que “à medida em que as liberdades política e econômica diminuam, a liberdade sexual tende a aumentar na mesma proporção”. Este livro é sobre esta afirmação. Explica como a retórica da liberdade sexual foi usada para engendrar um sistema de controle político e social dissimulado. Ao longo dos dois séculos cobertos por este livro, o desenvolvimento de tecnologias de comunicação, reprodução e controle físico – incluindo psicoterapia, behaviorismo, propaganda, sensitivity training, pornografia e, no momento decisivo, a chantagem pura e simples – permitiram ao Iluminismo e aos seus herdeiros inverter o insight de Santo Agostinho e converter os vícios humanos em senhores para os homens. Libido Dominandi é a história de como isso aconteceu.

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O Ministro e os Nervosinhos

O ministro da Fazenda disse que os brasileiros estão “nervosinhos”.

Talvez porque estejamos preocupados com o pibinho da dona Dilma.

Ele, por sua vez, está bem tranquilinho, a verdade seja dita, não tem mesmo com o que se preocupar, quem paga o imposto somos nós, não ele.

Além do mais, se a economia for bem, ótimo; se for mal, melhor ainda, o povo vai cobrar providências, o ministro vai dar um jeitinho de criar novas medidas, novos controles, o governo vai sair fortalecido, no fim tudo dá certo, na pior das hipóteses será instaurado o caos, situação ideal para os revolucionários barbudinhos. Estes marxistas estão preparados para tudo.

Por isso, não há motivo para pânico, vamos continuar pagando direitinho o nosso imposto. Nada de estudar para saber o que está acontecendo, nada de juntar esforços para quebrar a hegemonia cultural esquerdista, a melhor técnica é a do avestruz, vamos enfiar a cabecinha no chão para não ver o que está acontecendo, cada um pra si e Deus pra todos.

Não se preocupe, senhor ministro, vamos continuar bem calminhos e comportadinhos.

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Dom Odilo, Haddad e o enterro dos cachorros

No final do ano passado a Câmara Municipal de São Paulo aprovou projeto de lei permitindo o enterro de animais de estimação nos cemitérios, junto com os donos. A partir de então, o ser humano teria a dignidade rebaixada ao nível de um cachorro, um gato, um hamster. Como quem pode mais chora menos, você, cara leitora, caro leitor, ao visitar um ente querido, enterrado numa simples campa, veria ao lado um mausoléu dedicado a um rato, por exemplo.

Em boa hora Dom Odilo se mexeu e conversou com o prefeito Fernando Haddad, que compreendeu a sandice do projeto e o vetou. Parabéns a ambos!

“Tira a sandália, porque o solo onde pisas é sagrado.”

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